terça-feira, 29 de março de 2016

Volta ao trabalho: "Eu chorei o dia todo".

Admiro muito as mães que decidem parar de trabalhar para ficar em casa cuidando dos filhos. Admiro mais ainda aquelas que, com o fim da licença maternidade, escolhem voltar ao trabalho, dar continuidade a sua carreira profissional e enfrentar a dor da separação. Porque sim, dói. Por necessidade ou apenas por vontade, não importa, o coração fica apertado e os pensamentos da mulher ficam em casa (ou na creche), junto com a criança. 




Algumas mães lidam com o momento de forma tranquila, outras sofrem mais. Como é o caso da jornalista Kamila Cunha, 29 anos, mãe da pequena Maria Fernanda, de 6 meses. Ela mora em São Paulo,  trabalha da Rede Record de Televisão há 10 anos e no dia 11 de março voltou ao trabalho. Essas primeiras semanas não estão sendo fáceis para ela, viu!. "No primeiro dia eu chorei o tempo todo. Não consegui trabalhar direito e ligava a todo tempo para saber se minha filha estava bem", contou. 


Mafê, como é chamada carinhosamente pela família, fica com a vovó materna enquanto os pais estão fora. O processo de adaptação começou uma semana antes da Kamila voltar a trabalhar, o que garantiu que o bebê sentisse menos a mudança na rotina. "A minha maior preocupação era que ela continuasse se alimentando apenas com o meu leite, então comecei ir à casa da minha mãe, realizar a ordenha e dar a ela o leite na mamadeira. Ela pegou bem, foi um alívio". 

Continuando sobre o "trágico" primeiro dia de trabalho, Kamila ainda enfrentou um temporal na volta para a casa e se arriscou em uma enxurrada na Marginal Tietê, umas das mais movimentadas da capital paulista. Ao chegar em casa, depois de tanta aflição, encontrou Maria Fernanda dormindo aos cuidados do papai, Tiago Benine. "Quando entrei em casa, meu marido me olhou e disse: calma, ela está ótima. E eu lá, naquele sofrimento". 

Maria Fernanda: linda e super saudável 
Mesmo sabendo que a filha estará bem, a jornalista não consegue controlar a ansiedade e acalmar o coração e, por isso, resolveu procurar ajuda profissional. De acordo com a psicóloga Eli Gomes, Kamila agiu corretamente, pois o ideal é que nesses momentos de separação a mulher procure um profissional e faça o tratamento baseado em todos os aspectos dos seus sentimentos no momento. 

Com as informações transmitidas por Kamila, a psicóloga resolveu prescrever a ela Florais, pois acredita que os medicamentos naturais podem ajudar bastante. "Indiquei duas essências: chicory  e Walnut. A primeira é o floral da maternidade, do amor incondicional e trabalha a sensação de desapego. A mãe vai continuar sentindo amor, porém a dor do apego vai diminuir. Já a segunda essência trabalha os períodos de mudança, dos quais estamos com dificuldades para se adaptar", explicou. 

Hoje a Kamila já está mais calma, entendeu que a filha ficará bem e aconselha às mamães que estão passando (ou irão passar) pela mesma situação a cuidarem da mente e do coração. "Eu diria para as mamães procurarem uma terapeuta antes mesmo de voltar ao trabalho e se apegar a Deus pedindo força e sabedoria para viver esse momento tão delicado. Não há nada de errado admitir que não consegue lidar com a situação e buscar ajuda", disse. 

Como manter a amamentação na volta ao trabalho? 

Para amamentar, a mulher tem o direito de até os seis meses de idade do filho, e a dois descansos especiais, de meia hora cada um, durante jornada de trabalho. Mas no caso da Kamila, que trabalha longe e fica impossível ir para casa amamentar a filha durante o trabalho, o ideal é retirar e armazenar o leite para alimentar o bebê. 

A dica super especial de hoje é sobre o Cantinho da Mamãe,  que trabalha com locações de Bombas Tira Leite. E o melhor, atendem em todo Brasil, retiram e entregam no local. Antes de voltar a trabalhar, Kamila pensou em comprar o aparelho mas percebeu que não compensava. 

Hoje no mercado uma bomba para retirar leite custa aproximadamente R$ 2 mil, Kamila paga 100 reais mensais para alugar o equipamento no Cantinho da Mamãe. 

Toda manhã, a jornalista retira o suficiente de leite para encher dois potes de 180 ml. Os potinhos não vem incluso no aluguel da bomba mas podem ser comprados em lojas de artigos para bebê. A kamila usa o da marca Phelips Avent. 

Outra dica super bacana é ordenhar e armazenar o leite antes de voltar ao trabalho, para já contar com um bom estoque. "Eu guardei 15 potinhos duas semanas antes de usá-los, que é o tempo indicado pelo pediatra para que o leite fique congelado antes de ser consumido". 

Quer saber mais sobre o Cantinho da Mamãe e as Bombas de retirar leite? Clique aqui e informe-se. 

Acalme-se, mamãe! 

Nessas horas o importante é deixar o seu filho com alguém (ou em algum lugar) confiável e não se sentir culpada. Culpa não! Se a escolha foi necessária, com carinho você saberá administrar tranquilamente as mudanças. Com o tempo, toda a família se acostumará com a nova rotina e tudo ficará bem. Aproveite o momento de voltar para casa e encontrar o seu filho com um sorriso no rosto, esperando por você com muito amor para dar. Todo dia será dia de matar as saudades. 


Olha só quem a Kamila encontra quando chega em casa

Um comentário:

  1. Boa Noite Nathalia, meu nome é Elisete Gomes, conhecida por Eli Gomes terapeuta floral que a Kamila consultou no momento de sua angustia de separação. Gostaria de fazer uma correção, sou psicanalista e não psicóloga e trabalho com psicoterapia, terapia floral e com reiki. Atuo na área de terapias integrativas complementates, que visa o equilibrio físico e mental. Os Florais de Bach são recursos utilizados a mais de 80 anos e visa reestabelecer o equilibrio emocional das pessoas, animais podendo ser utilizado nas plantas tb. Por serem extraidos da energia das flores, totalmente natural, podem ser utilizados em qualquer momento de nossas vidas, inclusive na gravidez e na amamentação.

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